Searas de calma
Que me confortam a alma
Alentejo, onde o tempo é tudo
E o coração se rende
Ao silêncio mudo
Alentejo, solidão que apetece
Saudade infinita
De um passado que não se esquece
Alentejo, Coimbra da minha vida
Que tem sempre mais encanto
Na hora da despedida
Texto e Imagens: HELGA





